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O congresso vai acontecer no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, de 07 a 09 de Outubro.
Especialistas mundiais no assunto estarão presentes para apresentar e discutir as mais recentes pesquisas e experiências clínicas mundiais:
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Carlos Aymale(Argentina)
- Angeles Erario (Argentina)
- Aníbal Gargeat (Argentina)
- Bernardino Clavo (Espanha)
- Dario Apuzzo (Italia)
- George Eberhardt (Alemanha)
- Germán Viglino (Argentina)
- Jose Baeza-Noci (Espanha)
- Jose Carlos García (Espanha)
- Lamberto Re (Italia)
- Mark Weiser (USA)
- Mauro Martinelli (Italia)
- Raul Matera (Argentina)
- Roberto Quintero (Espanha)
- Sandy Guano (Equador)
- Silvia Menendez (Cuba)
- William Domb (USA)
Mais informações no site: www.rio3.com.br
Cientistas da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, descobriram que o ozônio tem um grande potencial para “vacinação” de plantas contra fungos.
Esta aplicação pode ser muito útil na proteção de frutas e vegetais, tendo potencial para impedir o desperdício de cerca de um terço da totalidade dos produtos frescos que são descartados atualmente devido à contaminação por microorganismos invasores. Isto significa um potencial imenso em termos de poupança dos recursos alimentares do mundo.
Os pesquisadores descobriram que a aplicação aos tomateiros de uma dose de o ozônio, aciona o mecanismo de defesa das plantas e as capacita a repelir os invasores microbianos. O ozônio pode ser usado em segurança e não deixa qualquer resíduo nas plantas.
“Descobrimos que quando os tomateiros são expostos e um jato de ozônio o gás exerce ação semelhante à de uma vacina, alterando as defesas das plantas e preparando-as para enfrentar o ataque”, explicou o dr. Ian Singleton, professor da Faculdade de Biologia da universidade.
A pesquisa demonstrou que a exposição dos tomateiros ao ozônio antes da infecção dos mesmos com fungos reduz o desenvolvimento das lesões em até 60%, o que representa, potencialmente, um aumento de dois a cinco dias na duração em estoque dos tomates. Na explicação do dr. Singleton: “Isto sugere que o tratamento com ozônio exerce um efeito de ‘memória’ ou ‘vacinação’ que protege as frutas contra a deterioração. A compreensão desse mecanismo poderia conduzir a novas opções para prolongar a duração em estoque dos produtos frescos e reduzir o desperdício”, acrescentou ele.
O gás é usado para beneficiar o armazenamento de uma variedade de frutas e produtos vegetais, como morangos, uvas, tomates e ameixas, sem causar qualquer deterioração da qualidade dos produtos quando utilizado de maneira correta. O ozônio é uma alternativa viável para os pesticidas, pois é seguro de usar e eficaz contra um amplo espectro de microorganismos. Um de seus aspectos importantes é o fato de não deixar resíduos detectáveis, em contraste com os métodos tradicionais de preservação de produtos frescos”.
É preciso também um trabalho cuidadoso para otimizar os níveis de ozônio e a duração da exposição de cada variedade de produto. “Precisamos examinar cuidadosamente a maneira pela qual controlamos a concentração atmosférica do gás nas lojas e nos contêineres de transporte, uma vez que níveis excessivos de ozônio podem danificar os produtos e acarretar prejuízos financeiros” .
Fonte: London Press Service - 13 Julho 2011 by Richard Maino
Agradecimento Carlos Heise
O ozônio é usado para matar bactérias desde o início do século passado. Mas o Hospital das Clínicas de São Paulo descobriu que elas podem destruir os micro-organismos que nem os antibióticos conseguem combater.
O Hospital das Clínicas de São Paulo anunciou nesta sexta-feira uma descoberta que promete destruir um inimigo microscópico, mas poderoso. Os cientistas encontraram uma forma de combater a superbactéria KPC, que provocou a morte de 18 pessoas em Brasília este ano.
Uma pequena ferida e a aposentada Maria D’Aparecida Souza quase perdeu a perna. Infecção, dores, mais de um ano com pomadas, sem sucesso. A cura só veio com um tratamento que usa gás ozônio. Ele elimina as bactérias e ajuda a cicatrização.
“Doía muito. Depois foi sarando de dentro pra fora”, conta a aposentada.
Os médicos sabem que o ozônio mata bactérias desde o início do século passado. É um tratamento usado em vários países. Agora, o Hospital das Clínicas de São Paulo investigou se esta técnica funciona com as bactérias super-resistentes, que os antibióticos não conseguem destruir e que provocam mortes por infecção hospitalar. O resultado dessa pesquisa pode salvar vidas.
Dez bactérias foram testadas. As amostras divididas em três grupos: o primeiro foi exposto ao ozônio por cinco minutos; o segundo, a oxigênio; o terceiro grupo não teve nenhum tratamento. No dia seguinte, as bactérias tinham se multiplicado nos dois últimos vidros. No que foi tratado com ozônio, nenhum sinal.
O último teste foi feito com a KPC, que ganhou o apelido de superbactéria por ter se mostrado imune aos antibióticos mais potentes. A amostra que recebeu o ozônio também ficou limpa.
O coordenador da pesquisa explica que as moléculas do ozônio corroem a parede externa das bactérias e elas são rapidamente destruídas. O gás pode ser usado na pele ou injetado no corpo do paciente. A próxima etapa do estudo vai investigar se a vaporização de ozônio no ambiente, no centro cirúrgico ou em uma UTI, por exemplo, também elimina as bactérias.
“O equipamento é muito barato e você usa a área ambiente como matéria-prima. Então não tem gasto. Pode modificar completamente o cenário do controle das bactérias hospitalares de uma maneira simples, de uma maneira barata e acessível em qualquer hospital do país”, explica o coordenador do estudo, Glaucus de Souza Brito.
Fonte:Jornal Nacional Edição do dia 10/12/2010
Investigadores espanhóis publicaram um estudo que demonstra que nadar em piscinas cloradas pode causar um risco aumentado de nos banhistas.
Pesquisadores do Centro em Epidemiologia Ambiental (CREAL), com sede em Barcelona e do Instituto de Pesquisa do Hospital do Mar estudaram mudanças nos indicadores de mutagenicidade – mutação permanente do DNA – entre um grupo de nadadores de uma piscina clorada.
“As evidências de efeitos genotóxicos foram observadas em 49 adultos saudáveis depois de nadar por 40 minutos em uma piscina clorada coberta,” revelaram os autores.
Os investigadores encontraram indicadores de um aumento no risco de câncer em indivíduos saudáveis, bem como potenciais efeitos respiratórios do cloro usado como desinfetante. O estudo foi publicado na revista Environmental Health Perspectives (EUA).
O co-diretor do CREAL, Manolis Kogevinas, disse que as descobertas não devem tirar as pessoas da natação. “Os impactos positivos para a saúde da natação podem ser aumentados pela redução dos níveis dessas substâncias químicas”, disse ele.
“Em nenhum caso deve-se parar de nadar, mas incentivar a redução de produtos químicos em piscinas”, disse Kogevinas.
Mais uma vez o ozônio apresenta-se como uma alternativa para desinfecçao de águas. No caso das piscinas, o uso de cloro torna-se reduzido, e os efeitos do cloro são mínimos, já que o ozônio oxida as cloraminas, residual deixado pelo cloro nas piscinas.
Fonte: Link ao artigo aqui
O Departamento de Engenharia Agrícola e Biosistemas da North Dakota State University tem realizado algumas pesquisas interessantes de avaliação do uso de ozônio como possível agente para combate de micotoxinas e microbiocida de pequenos grãos. Como os grãos contêm uma variedade de micro-flora (bactérias, fungos, etc), os processadores têm o cuidado de monitorar os níveis de micro-flora e tomar medidas para reduzi-las antes do processamento. O ozônio é uma alternativa simples para reduzir a micro-flora não deixa subprodutos químicos no grão.
Os pesquisadores têm avaliado ozônio (ozônio dissolvido em água) para reduzir a flora microbiana, e os resultados indicam que a água ozonizada poderia se tornar um agente de limpeza na indústria de grãos e também para as indústrias de frutas e legumes.
Os jeans ecologicamente corretos foram destaque na segunda edição da feira Première Brasil, em São Paulo. A linha promete respeitar o meio ambiente em todo seu ciclo produtivo. O “jeans 100% reciclado” é um tecido que não necessita de lavagem industrial, o que significa grande economia de água e energia. Sem essa etapa, também não contempla a utilização de materiais tóxicos no tecido, que em muitos casos provocam alergias e podem acabar em afluentes, contaminando as águas dos rios e lençóis freáticos.
Por aqui, o jeans eco-friendly da Skyler também demonstra o cuidado na produção. As lavagens de Ozônio, que reduzem o uso de produtos químicos e racionam o consumo de água, é um dos diferenciais.
Fonte: Diário Catarinense 25 de julho de 2010 | N° 887