Arquivos de janeiro, 2011
O Vigésimo congresso mundial de Ozônio será realizado em Paris, França, de 22 a 27 de maio de 2011.
Especialistas de todo o mundo serão anfitriões para apresentar e discutir os últimos avanços no conhecimento e tecnologia para o desenvolvimento e aplicação de processos baseados em UV, ozônio e outros oxidantes para:
- Proteção da saúde humana e ambiental (água, gás do solo, e purificação de resíduos)
- Aplicações industriais diversas (papel e celulose, alimentos, eletrônicos, produtos químicos,ect)
- Terapia médica (ozonioterapia)
O evento é promovida pela IOA (International Ozone Association) e IUVA ( International Ultraviolet Association) e tem como objetivo oferecer ao mundo a oportunidade única:
- Para interface com os cientistas, pesquisadores, estudantes, engenheiros, usuários, técnicos, representantes das principais organizações de várias disciplinas,
- Para compartilhar as informações mais recentes sobre temas de investigação, questões atuais tecnologias em desenvolvimento, novas aplicações, as experiências em larga escala e equipamentos e produtos,
- Para analisar e discutir rumos capazes de oferecer soluções inovadoras, competitivas e sustentáveis para enfrentar os desafios atuais e próximos.
Acesse o Link para Informações
Matéria publicada no Jornal do SBT informa que o Ministério da Saúde deve incluir 7 novos tratamentos para diabéticos na rede pública. A ozonioterapia é um dos tratamentos, ele auxilia na cicatrização de feridas, comuns em pacientes que possuem a diabetes. O governo estuda inserir esses novos métodos, pois custo médio de uma sessão nas clínicas particulares chega a R$150.
Fonte: Jornal do SBT – Publicado em 09/12/2010 as 20:50
Veja matéria original:
O gás ozônio foi testado para desinfecção de hortaliças minimamente processadas, semelhantes àquelas comercializadas em supermercados, já cortadas, descascadas, lavadas e higienizadas.
A bióloga Elizabeth Biagioni Prestes testou a eficiência do gás, que se mostrou extremamente eficaz contra vários tipos de microrganismos, sendo que, em determinados casos, até mais potente que o cloro, produto tradicionalmente usado.
É cada vez maior a procura por hortaliças com estas características, devido à preferência que o consumidor tem por alimentos frescos e também pela praticidade que o produto oferece, mas é preciso ficar atento à qualidade dos produtos, pois a manipulação durante o seu processamento, entre outros fatores, pode aumentar os riscos de contaminação, o que torna imprescindível a etapa da sanitização.
Historicamente os compostos clorados são os produtos mais utilizados na desinfecção, mas devido a seu potencial tóxico, mutagênico e carcinogênicosa sua utilização em alimentos vem sendo proibida em diversos países europeus.
A utilização do ozônio como agente sanitizante é uma alternativa, pois além de seu alto poder sanitizante tem uma grande vantagem de não deixar resíduos, já que o ozônio se transforma em oxigênio.
Na pesquisa realizada pela bióloga Elizabeth Biagioni Prestes, os testes foram feitos com alfaces americana e crespa, agrião e rúcula. O ozônio foi testado em diferentes concentrações no tempo fixo de um minuto. Para comparar os resultados, a bióloga também realizou o mesmo processo utilizando composto clorado. Para os grupos de coliformes, bolores e leveduras, o desempenho do ozônio a partir da concentração de um miligrama por litro se mostrou superior aos métodos tradicionais. Afora essas vantagens, o gás não acarretou alteração de sabor, frescor ou odor nas hortaliças testadas.
Fonte: Jornal da Unicamp – Revista do Futuro